1.31.2010

Orçamento calórico





Todos os meses temos o nosso ordenado, fontes de rendimento, mas também os gastos fixos e contas para pagar. Se ganha mais do que gasta irá sobrar-lhe capital e engordará a sua conta corrente e vice-versa, se consome mais do que ganha estará a utilizar o dinheiro das suas poupanças e por essa razão emagrecendo-a claramente.



Isto é exactamente o que se passa com o nosso corpo: as calorias de que o nosso corpo necessita para nos mantermos saudáveis são as “fontes de rendimento, e aos gastos fixos chamamos de metabolismo basal.



Desta forma, se recebemos mais calorias do que aquelas que gastamos a nossa conta corrente engorda, essas colorias ficam guardadas em forma de gordura e ganhamos peso. Por outro lado, se recebemos menos calorias do que as que gastamos, teremos de tirar das nossas poupanças, (normalmente situadas no abdómen, ancas e braços, e emagreceremos.

 

Nas nossas finanças a moeda é o Euro, em nutrição a moeda é a calorias. Mas aqui surge outra questão. Para além das calorias o seu corpo necessita de nutrir-se com elementos e nutrientes diferenciados: vitaminas, oligo-alimentos, minerais, fibras... para manter ou recuperar a saúde. Por esta razão as dietas devem ser razoáveis e dar uma variedade de alimentos variada de forma a constituir uma dieta equilibrada.

 

O nosso conselho é que não caía nessas cantigas de passar um dia inteiro a comer donuts. Se quer emagrecer com saúde deve procurar os profissionais médicos adequados que estudarão detalhadamente o seu caso e lhe elaborarão uma dieta personalizada que o vai ajudar a perder peso de maneira sã e controlada, sem pôr em jogo a sua saúde.


Fonte: Corporacion Dermoestética


1.30.2010

Os alimentos que devem constar sempre na lista de compras

Não se esqueça de introduzir na sua dieta diária este tipo de alimentos para melhorar o seu bem-estar.

 

Frutas


• Maçã: é uma das frutas mais depurativas graças ao seu alto índice de fibras.


• Uva: fonte de potássio. Beber um sumo de uva logo em jejum, pela manhã é uma excelente forma de estimular os processos depurativos do organismo.


• Limão: ajuda a eliminar o ácido úrico e outros compostos tóxicos através da urina.


• Morangos: ricos em vitamina C, esta fruta é uma opção clássica nas dietas depurativas


• Cereja: possuem 85% de água e fibra. As suas propriedades depurativas são muito conhecidas.


Verduras


• Alcachofra: é um depurados por excelência; facilita a digestão das gorduras e é muito útil para contrariar a retenção de líquidos e regular o colesterol.


• Funcho: Cru ou cozido além de melhorar a digestão é um excelente diurético. Provoca a sensação de saciedade porque é muito rico em fibras e contêm poucas calorias.


• Espargos: favorece o transito intestinal e facilita a digestão. Destaca-se pelo seu alto conteúdo de potássio e favorece a eliminação de toxinas.


• Salsa: rico em vitamina C, cálcio e ferro, é ideal para acabar com a retenção de líquidos.


Fibras


• Legumes: contêm proteínas e são ricos em fibras e hidratos de carbono.


• Pão integral: é rico em vitaminas do grupo B, fundamentais para obter a energia dos nutrientes e manter sãos o sistema nervoso e a pele.


• cereais: são essenciais para manter limpo o intestino pela sua capacidade para absorver as toxinas.


 
Fonte: Corporación Dermoestética

1.29.2010

Contos e lendas sobre nutrição




Em poucas áreas do conhecimento científico circulam tantos contos e lendas como na nutrição e mais concretamente no que se refere ao tratamento dietético de obesidade. E não se trata apenas de comentários ou rumores, mas escrevem-se numerosos livros, artigos e notícias nas quais se difundem as afirmações mais perigosas a respeito de quais as dietas mais adequadas para perder peso.

Uma primeira lenda, muito antiga aconselhava taxativamente a beber em jejum um copo de água no qual na noite anterior se haviam posto tantos grãos de arroz como os quilos que se quer perder... esta promessa milagrosa nem merece comentário.

Casos flagrantes são aqueles em que o especialista em questão fala de insulina, corticoides, pâncreas e hipófises e que empregando uma linguagem pseudo-científica pretendem – e em alguns casos conseguem – convencer as pessoas a cometer desatinos como comer apenas um tipo de comida sem misturas, seja a quantidade que seja, não engordamos. Imagine a desolação daqueles que durante dias inteiros se dedicaram a quilos de espaguete carbonara e não viram senão o efeito contrário.

A água é normalmente o elemento mais alvo de disparates ditos e cometidos: “a água engorda”, “A água emagrece”, “nunca beber durante as refeições”, “Se comer entre refeições é pior”... a realidade é bem distinta. A água não emagrece nem engorda, e beba água a que hora do dia for ela dá-nos sempre 0 calorias e por isso devemos bebê-la quando desejemos e especialmente se sentimos sede.
 
Outra lenda, desta feita proveniente do oriente é a que afirma que comer fruta a seguir às refeições é puro veneno excepto se são frutas vermelhas”, isto é, morangos, framboesas, amoras. Não faça caso. Comer fruta é a melhor forma de terminar uma refeição saudável e é um costume enraizado há mais de 2000 anos na nossa cultura gastronómica mediterrânea.

Parece que algo que o ser humano faz desde o primeiro dia, agora deve fazer-se sempre sob as indicações de pautas de livros, manuais e com um bioquimico ao lado. Façamos uma reflexão acerca deste tema, que de facto nos preocupa, mas sempre com um pouco de bom senso.





1.28.2010

Porque razão é tão importante o pequeno-almoço?



O pequeno-almoço deve romper com a privação passada durante as horas dormidas. Supõe-se que em média passemos 6 a 10 horas sem comer qualquer alimento. Por isto, não é de estranhar que quando nos levantamos tenhamos poucas reservas de energia e necessitemos de comer para restabelecer o equilíbrio. Se não tomarmos o pequeno-almoço adequadamente, começamos o dia com “falta de combustível” e isto pode influir negativamente no rendimento físico e mental, na nossa saúde e estado de ânimo.
 
O pequeno-almoço é uma das refeições mais importantes do dia. Diversos estudos científicos confirmam que um pequeno-almoço equilibrado – composto principalmente por cereais, leite e frutas – reconstitui as reservas de energia e activa o metabolismo. Assim está provado que as pessoas que tomam o pequeno-almoço equilibrado aumentam a capacidade física, a resistência ao esforço, aumentando o poder de concentração e de aprendizagem, conseguindo um maior bem-estar físico e mental.

Além do mais existem determinados nutrientes que são particularmente abundantes nos alimentos que se consomem pela manhã. Entre estes destacam-se as vitaminas C e D, o Ferro, o Cálcio e a Fibra. Todos eles são fundamentais no processo de restabelecimento celular das diversas funções do corpo. Por outro lado, há nutrientes como o cálcio que tem uma maior absorção quando combinados com a exposição à luz, pelo que se recomenda a ingestão de produtos lácteos (ricos em Cálcio) durante o pequeno-almoço.



E por fim, sabe-se que não só a ingestão total de alimentos, bem como uma melhor distribuição dos mesmos ao longo do dia, influencia na prevenção de obesidade. Uma distribuição equilibrada do consumo de alimentos e um desvio do consumo energético para o inicio do dia, proporcional à actividade física realizada, estão associados aos pesos mais baixos. Desta forma, observou-se que as pessoas que normalmente consomem um pequeno almoço deficiente ou simplesmente não o tomam, desenvolvem hábitos incorrectos que se relacionam com um maior risco de obesidade. Geralmente se realizamos uma ingestão de calorias anormalmente baixa pelas manhãs, tenderemos a desvia-las para uma refeição mais tardia, que são refeições mais difíceis de digerir e portanto, tendem ao armazenamento favorecendo os depósitos de gordura.



Qual é o pequeno almoço ideal?

Regra geral o pequeno-almoço ideal deve de ser composto principalmente por produtos lácteos, frutas e cereais e no total deve supor 30% das calorias diárias. É fundamental que contenha os seguintes grupos básicos de alimentos:

Hidratos de carbono: 1 tosta, de preferência de pão integral, ou cereais integrais.

Lácteos: 1 iogurte ou leite, de preferencia desnatado, muito importantes pelo seu conteúdo em proteínas, cálcio e vitaminas A e B.

Sumos e fruta: contém água, vitaminas e sais minerais e, claro...

Um chá ou café para despertarmos.

Fonte: Corporacion Dermoestética


1.24.2010

alimentos amigos da pele



Os anti-oxidantes são umas substâncias que existem em determinados alimentos que nos protegem contra os radicais livres, - moléculas instáveis ao perder um electrão, que são altamente reactivas. Estes radicais usam o nosso organismo tentando captar o electrão que lhe falta. Ao conseguir realizar o seu objectivo, as moléculas atacadas convertem-se também elas em radicais livres, iniciando um processo em cadeia cujo rumo ainda é pouco definido, mesmo nos meios científicos. Os anti-oxidantes podem parar este processo.



Os radicais livres contribuem para o desenvolvimento de algumas doenças como o cancro, mas muito especialmente provocam o envelhecimento acelerado do tecido dérmico, por retirar o electrão às células que compõem o colagénio, implicando a perda de luminosidade e elasticidade.


Os anti-oxidantes atrasam o processo de envelhecimento combatendo a degeneração e a morte das células que provocam os radicais livres. A incapacidade do nosso corpo de neutralizar a acção dos radicais livres aos quais estamos expostos diariamente abriga-nos a recorrer a alimentos com as propriedades anti-oxidantes necessárias para neutraliza-los.


Cenouras, espinafres, courgettes, chá verde e cacau


As três grandes “poções” anti-oxidantes são as vitaminas C, E e os betacarotenos – ou pró-vitamina A –.


Estudos recentes revelaram o papel benéfico do Betacaroteno na prevenção de cataratas e o seu efeito favorável nos processos relacionados com o envelhecimento. Entre os alimentos ricos em Betacaroteno encontramos as verduras de folha verde ou as de coloração vermelha-laranja-amarela (cenoura, espinafres, courgette, etc), e certas frutas como os pêssegos, nectarinas, cerejas, papaia, melão e melancia. Também segundo as últimas investigações, o chá verde é um dos alimentos chave pelo seu alto índice de Catequinas e Polifenóis, que actuam como anti-axidantes e activadores do metabolismo. Outros produtos como o cacau e as maçãs também são ricos em catequinas que ainda ajudam a reduzir os transtornos esquémicos (estreitamento das artérias).


A vitamina C, junto com a vitamina E, são os dois clássicos de grande capacidade anti-oxidante. O Kiwi, os citrinos, o ananás, o tomate, os brócolos, a alface, os pimentos, os espinafres... são bons aliados que proporcionam ao nosso organismo estas vitaminas. Concretamente, a vitamina E é o anti-oxidante clássico que protege as células das agressões externas, como a poluição, pesticidas, fumo do tabaco...


Metais preciosos para a sua pele


Zinco, Cobre, Selénio e Magnésio... são óptimos para a pele e bons anti-oxidantes em geral. O Zinco proporciona a formação de novas proteínas (renovação celular) e favorece o bom estado da pele e das mucosas (tonicidade e elasticidade da pele). Constituem uma boa fonte de Zinco as carnes e as vísceras, o peixe e os ovos, os cereais completos e os legumes. O Cobre, por seu lado, facilita a síntese do colagénio e da elastina (necessários para o bom estado dos vasos sanguíneos, cartilagens, pulmões e da pele), actuando como anti-oxidante, protegendo as células dos efeitos tóxicos dos radicais livres e facilitando a fixação do cálcio e do fósforo. Alimentos ricos em Cobre são o fígado, o peixe, o marisco e os vegetais verdes.


Ofereça a si mesmo um prato de tomate e soja


As Isoflavonas contidas na soja são muito benéficas contra as doenças cardio-vasculares, osteoprose e tipos de cancro que dependem das hormonas para se desenvolverem, tais como o cancro da mama. A soja e os seus derivados são alimentos muito recomendados como suplemento, a partir dos 30 anos.


O Lipoceno, pigmento responsável pela cor vermelha do tomate, também tem propriedades anti-oxidantes. Além de ser um alimento pouco calórico – Um tomate médio tem apenas 11 calorias – felizmente abundam nos nossos pratos de características mediterrâneas com a vantagem de que não perdem as suas propriedades com a confecção.

1.23.2010

Decálogo para limpar o corpo por dentro



1. Reduza o consumo de carne e peixe.

2. Aumente o consumo de frutas, legumes e especialmente todo o tipo de verduras. Prefira estes alimentos crus..

3. Limite ao mínimo qualquer tipo de fritura. No caso de ser de todo impossível para si, frite em pouco azeite.

4. Consuma o pão integral ou rico em fibras, integral ou rico em fibra, açucar moreno e cereais integrais.

5. Substitua por completo o consumo de bebidas gasosas, fermentadas e não naturais, por sumos naturais de fruta o batidos de verduras.

6. O café, o tabaco e o álcool são substâncias estimulantes às quais deverá renunciar.

7. Tenha cuidado com o uso de sal, especiarias picantes e os alimentos enlatados.

8. Não se esqueça de beber pelo menos dois litros de água por dia.

9. coma devagar, saboreie, mastigue bastante cada pedaço. Não como em pé e evite comer frente à televisão.

10. O chá é óptimo para combater a retenção de líquidos, especialmente o chá verde, pelas suas propriedades diuréticas e pelo seu baixo conteúdo de cafeína.

1.22.2010

Amigos da dieta: cogumelos

Apreciados desde a antiguidade, os cogumelos são um alimento muito interessante para as pessoas que desejam deleitar-se com o seu paladar, mas com pouquíssimas calorias. Além do seu intenso sabor, os cogumelos contêm vitaminas e minerais como o iodo, o potássio ou o fósforo que ajudam a manter sãos tanto os ossos como os tecidos. Um alimento completo que alcança o seu máximo esplendor nos meses posteriores ao Verão.




O consumo de cogumelos remonta a tempos imemoráveis. Os gregos incluíam-nos na sua dieta e os antigos romanos eram grandes conhecedores das suas propriedades, tanto gastronómicas como tóxicas, não podemos esquecer que a lenda diz que o imperador Cláudio morreu assassinado por ingerir cogumelos venenosos. Mas também eram muito conhecidos noutras culturas, especialmente a Celta, que os usava pelos seus poderes alucinógenios. Mas, à parte das possíveis conotações negativas, os cogumelos são o alimento ideal pois tem um conteúdo muito rico em àgua e 100 grs. Têm apenas 20 calorias. Além disso contêm uma grande quantidade de minerais e vitaminas.



Fonte de vitaminas



As propriedades nutritivas dos cogumelos são abundantes e variadas. Por exemplo, contêm altas quantidades de vitaminas do grupo B, tanto B2 como B3, muito importantes para a criação de anticorpos e de glóbulos vermelhos e fundamentais para a produção de energia e no processo de crescimento.



Por outro lado, também são uma fonte de alguns minerais imprescindíveis como o iodo, potássio e fósforo. O iodo ajuda nos processos de crescimento e é um elemento indispensável para o bom funcionamento do sistema metabólico, pois regula a glândula tiróide. Por outro lado, o potássio é um mineral necessário para o desenvolvimento correcto da actividade muscular e para regular e gerar os impulsos nervosos. Por último, o fósforo é a chave para manter a saúde dos ossos e dentes.



E no que se refere a vitaminas, os cogumelos são campeões, já que além de vitaminas B1 e B2, contem vitamina C, que ajuda ao desenvolvimento dos dentes, gengivas e ossos, a produção de colágenio e a cicatrização de feridas. E vitamina K, fundamental no processo de coagulação do sangue e ácido nicotínico, muito benéfico para prevenir as doenças de pele.



Propriedades curativas



Além dos seus nutrientes, numerosos estudos confirmaram os benefícios dos fungos para a saúde, tais como a sua capacidade para controlar o colesterol ou os seus efeitos anti-inflamatórios. Mas eventualmente a sua principal capacidade, e que grande contributo deu à medicina, veio através da mão de Alexander Fleming e da penicilina. Este cientista descobriu em 1928, de forma casual, que um fungo travava o crescimento de algumas bactérias prejudiciais. Este passo da medicina salvou muitas vidas e actualmente é um dos antibióticos mais utilizados.



Sem duvida, a pesar dos seus benefícios, algumas variedades são tóxicas, por isso há que ter cuidado e adquirir os cogumelos em locais de confiança. Evite comprá-las em locais improvisados e, se sair para o campo à procura dos cogumelos este fim-de-semana, deverá colher apenas aqueles que conheça ou fazê-lo com um conhecedor certificado, já que no nosso país os que são comestíveis são facilmente confundidos com os toxicos. E, se ao chegar a casa descobrir que um cogumelo se “juntou” ao seu cesto, não hesite em deitar todos fora, pois as esporas desse podem ter contaminado todos os outros.

Fonte: unidade de combate à obesidade da Corporación Dermoestética

1.21.2010

Marisco: delicioso e nutritivo

O marisco é um alimento muito importante na nutrição humana porque é rico em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e minerais. Uma das suas principais vantagens é que o seu proveito calórico não deriva dos lípidos ou gorduras, pelo que é ideal para programas nutricionais de emagrecimento. Uma ampla variedade de espécies e o aparecimento de novas formas de criação e viveiros favoreceram a sua comercialização a preços que o tornam acessível à maioria dos orçamentos domésticos.

O marisco é rico em oligo-elementos e minerais tais como o ferro, fósforo, zinco e potássio e iodo, além de ter importantes quantidades de vitaminas A e B, o que implica um proveito de múltiplas vitaminas e tremendamente efectivas. Outra das suas vantagens é a pouca gordura que contém e as que contém são polinsaturadas, entre as quais se destaca os Omega–3 e o ácido linoleico, substancias muito importantes para as funções estruturais do organismo. A sua contribuição proteica é muito elevada e pode superar os 20%. Por tudo isto, a sua ingestão é aconselhável sobretudo se alternar o seu consumo com o de peixe, pois o marisco pode contribuir para que a nossa dieta seja mais cardio-saudável e mais sã.

O marisco é um dos ingredientes mais importantes da dieta mediterrânea, um modelo de alimentação típico dos países banhados pelo mar mediterrâneo que diferentes estudos demonstraram ser extremamente benéfico para a saúde. Esta dieta caracteriza-se por um alto consumo de vegetais (frutas, verduras, legumes, frutos secos, pão e outros cereais), o azeite como gordura principal destacando uma maior presença de aves, peixe e marisco do que carnes vermelhas. Também tem como característica o consumo regular de vinho em quantidades moderadas.

Limitações ao seu consumo

Apesar das múltiplas propriedades, é preciso limitar o consumo de marisco nas pessoas que têm índices de colesterol e/ou ácido úrico elevados, porque o conteúdo de gordura total que os mariscos contêm e concretamente os crustáceos (gambas, lagosta, lagostins, camarões) é baixo, mas a percentagem de colesterol é proporcionalmente muito alta. Por isso, o consumo de marisco deve ser limitado. Devem ter-se iguais cuidados com o caviar que também tem um alto índice de colesterol. Um consumo excessivo de marisco contribui para aumentar os níveis de ácido úrico o que pode produzir uma crise de gota ou favorecer o aparecimento de cálculos renais.

Cuidado com a sua frescura

Outro dos inconvenientes do marisco reside na sua característica perecedoura. Devido à forma particular dos mariscos se alimentarem, estes invertebrados podem facilmente contaminar-se com vírus e bactérias que vivem no mar que na presença dos aminoácidos livres dos seus tecidos, favorece a rápida deterioração. Por esta razão, há que ter sempre grande cuidado quando os compramos.


1.19.2010

Alimentos depurativos depois dos excessos natalícios


As festas de família, os jantares de empresa, as comemorações com os amigos, demasiados compromissos gastronómicos para o nosso estômago. É o momento para dar-lhe um descanso. Não se trata apenas de perder os quilinhos que se ganhou, mas sobretudo libertar as toxinas acumuladas e devolver ao corpo o bem-estar e o equilíbrio perdidos durante estas festas.


O primeiro passo é voltar rapidamente à rotina alimentar e retomar os nossos horários habituais de refeição. E se isto não for o suficiente para reequilibrar o organismo então devemos iniciar um tratamento efectivo para depurar o organismo.

Numa dieta do tipo depurativo o mais efectivo é consumir muitas frutas e verduras, porque são as melhores aliadas para eliminar toxinas. Por outro lado desaconselha-se o consumo ou o abuso de outros produtos como o café, o álcool, os produtos lácteos, as carnes que contêm gorduras e os alimentos processados e em conserva.

 

Ainda que estas ideias já esteja mais que vincada, nunca é demais relembrar a importância dos legumes, cereais, frutas e verduras. Realizar exercício físico, passeios ao ar livre, beber muita água mineral e colocar um ponto final nos maus hábitos como o tabaco e o álcool são outras recomendações essenciais para recuperar.



Nas compras eleja sempre as frutas, verduras e legumes da época já que são mais nutritivas e saborosas, e inclusivamente, podem encontrar-se no mercado a melhor preço que noutras épocas do ano.



Organize-se de forma a começar bem o dia. Um bom pequeno-almoço, um almoço correcto e um jantar ligeiro... a estes some uma merenda matinal e um lanche a meio da tarde. Contra o que se costuma dizer, repartir bem os alimentos por cinco a seis refeições é muito mais benéfico do que saltar uma delas. Quando não comemos o metabolismo basal fica inibido e queima poucas calorias, fazendo exactamente o contrário do que se pretende: em vez de emagrecer, pode inclusivamente engordar.



A dieta mediterrânea que consumimos no nosso país é muito correcta: legume, arroz ou massa, vegetais e hortaliças, azeite, muito peixe, pouca carne e fruta em abundância.



E se com estes cuidados ainda continuar com algum peso em excesso, então procure os profissionais qualificados para desenhar uma solução específica para o seu caso.